sexta-feira, 5 de março de 2010

Teoria da Afetividade de Wallon

Wallon define desenvolvimento é o processo pelo qual o indivíduo emerge de um estado de completa imersão social em que não se distingue do meio para um estado em que pode distinguir seus próprios motivos dos motivos oriundos do ambiente. Deste modo, desenvolver-se torna-se-ia sinônimo de identificar-se em oposição ao mundo exterior.
O desenvolvimeto ocorreria, para Wallon, por uma sucessão de estágios, à maneira da teoria de Piaget, mas através de um processo assistemático e contínuo, em que a criança oscila entre a afetividade e a inteligência. O desenvolvimento é movido por conflitos, dialeticamente, de maneira análoga à combinação de acomodação, assimilação e equilibração na teoria piagetiana. Entretanto, ao contrário de Piaget, Wallon acreditava que o processo não é tão bem delimitado, mas constante, podendo haver, inclusive, regressão: as aquisições de um estágio são irreversíveis, mas o indivíduo pode retornar a atividades anteriores ao estágio. Um estágio não suprime os comportamentos anteriores, mas sim os integra, resultando em um comportamento que é a acumulação das partes.
A teoria de Wallon confronta-se com o Behaviorismo neste ponto. Enquanto um comportamentalista acredita que a aprendizagem é um processo de modelagem onde vários comportamentos são condicionados e posteriormente extintos, Wallon afirma que o comportamento aprendido não é extinto, mas sim integrado ao posterior. Por exemplo, durante a aprendizagem da escrita, a criança primeiro aprende a desenhar algo semelhante a um círculo, para posteriormente "puxar a perninha" e escrever um "a". O comportamentalista afirma que o comportamento de desenhar o círculo foi extinto, mas Wallon vai mais além e afirma que foi integrado a outros comportamentos ou, para usar um termo mais adequado à teoria walloniana, integrado a outras aprendizagens.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Paul_Hyacinthe_Wallon

Avaliar: Um ato amoroso.

A avaliação educacional tem um papel preponderante na vida do educando, uma vez que se for eficaz contribuirá para a melhoria da qualidade da aprendizagem e do ensino. No entanto, é comum nas escolas o ato de passar provas, exames, atribuir notas, reprovar ou passar o aluno. De um erro prejudicar o educando com pequenas atitudes antiéticas, tudo isso associado à avaliação. Subentende-se que essa forma é considerada nos dias de hoje tradicional e arcaica. Nessa abordagem o ato de educar se confunde com informar, reproduzir, memorizar e a avaliação assume um caráter seletivo e competitivo. 
Então devemos ser bastante cautelosos na hora de avaliar, o ato de avaliar deve ser um ato amoroso, assim, o educando passa a ter responsabilidade, autonomia, liberdade para saber o que quer e não o que o professor quer para ele.

terça-feira, 2 de março de 2010

É tempo de avaliar


Avaliar o aluno,
Ser avaliado como aluno,
Avaliar o colega,
Avaliar nós mesmos e nossos esforços.
Avaliar o que é prioridade e começar a fazer,
Avaliar o custo do tempo perdido,
Avaliar quanto custa não fazer nada,
Avaliar o custo de poder não poder ficar só um pouquinho, sem nada pra fazer,
Avaliar o custo financeiro, emocional, profissional,
Avaliar o dia, a semana, o mês e o ano.
AH!!!! Avaliar o ano, quanto plano, feito, não feito... Que jeito!
Avaliar... avaliar...avaliar...
quem é capaz de saber avaliar realmente
o valor do que está avaliando?
Mas avaliar faz parte do final de um ciclo e do começo de outro
Assim como a morte faz parte da vida e a vida nos leva para morte...
Ou para outro ciclo...

fonte: www. alinebittencourt.blogspot.com

Processo de aprendizagem.

Aprender é um processo que se dá no decorrer da vida, permitindo-nos adquirir algo novo em qualquer idade.
Usamos o termo aprender sem dificuldades, pois sabemos que, se somos capazes de fazer algo que antes não fazíamos, é porque aprendemos.

segunda-feira, 1 de março de 2010

As quatro armadilhas da mente humana


 
1- comodismo;
2- coitadismo;
3- o medo de assumir os erros;
4- o medo de correr riscos. 

Do livro: O código da Inteligência
Augusto Cury

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