Já se mostrou que a raça não exerce influência sobre a inteligência infantil. Dados o incentivo, as oportunidades e o amparo do meio, toda criança será capaz de atingir seu potencial intelectual.
O meio e os gêneses contribuem cada qual com cerca de 50% no desenvolvimento intelectual infantil. É perigoso, porém, deduzir que, como uma parte tão grande do desenvolvimento intelectual da criança é determinada pelos genes, haja pouco a se fazer para estimular a inteligência. Essa é uma visão pessimista e incorreta.
Fique alerta viu!!!
Sem dúvida, a inteligência tem uma base genética. Estudos com gêmeos idênticos, que provêm da divisão do mesmo óvulo, mostram que seus QIs eram muito semelhantes, mesmo quando eles eram criados separadamente. Na maioria dos casos, os QIs eram mais próximos do que os de gêmeos não- idênticos. Além disso, existem muitas síndromes que são geneticamente determinadas e comprometem a inteligência. Mas, embora tenha uma base genética, a inteligência também depende de fatores do meio, como higiene, nutrição e educação. Na realidade, tanto a genética quanto o meio podem aumentar ou diminuir o nível de inteligência.